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3 x Obrigado
Existe uma palavra que anda
um pouco esquecida do vocabulário do ‘homem moderno’.
Esse vocábulo, com apenas sete letras, deveria estar
presente em todo nosso cotidiano. Tempos atrás, ele era
mais usado pelos antigos. Nossos avós ensinavam com
afinco os filhos e assim por diante. Hoje, dificilmente
escutamos ressoar esse ‘hino’, que enobrece aqueles que
o professam. Estou falando do OBRIGADO!
Você pode dizer que não, mas
temos muitos motivos para proclamar essa palavra, várias
vezes no dia.
Talvez você não saiba, mas
para estarmos aqui respirando, passamos por inúmeros
maus bocados. É claro que não se lembra. Foi há algum
tempo (e para muitos, muito tempo atrás). Você foi o
vencedor, disputando com milhões de espermatozóides para
entrar no útero da sua mãe e fecundar o óvulo (nossa,
que papo científico, melhor deixar de lado). Quantas
coisas aconteceram para que pudéssemos estar ‘vivinhos
da silva’ até agora? Não quero nem entrar no mérito de
quem lhe deu a vida e que proporcionou tudo isso.
Se observar sua vida, nos
detalhes, perceberemos que temos a ‘obrigação’ de
agradecer. A quem? Pensa um pouquinho! Sempre tem alguém
que merece nossa gratidão. Se você acha que não tem
motivos para agradecer a Deus, pelo menos veja aqueles
que estão a sua volta.
Parece brincadeira, mas
parece que tem algo que nos impulsiona a somente
reclamar das coisas. Ou estarei mentindo? Quem não
reclamou do calor que fez essa semana? Garanto que se
chover dois dias sem parar, iremos reclamar também. E
etc, etc, etc...
Bem, gostaria de nesse
artigo agradecer concretamente a três pessoas, pois se
fosse agradecer a todos que participam ou participaram
da minha vida, meu editor chefe enfartaria e meu diretor
teria que fazer um empréstimo para pagar as páginas. Mas
vou me conter com apenas três vezes obrigado.
Primeiramente, agradeço a
Deus que me deu a vida, inteligência e força para
caminhar e escrever essas palavras. Por segundo,
gostaria de agradecer meu companheiro de trabalho e
fechamento de jornal (“aquele que está sentado logo ali
do lado”, foi assim que ele prescreveu na dedicatória do
livro que escreveu e me deu) pela paciência de corrigir
os erros ‘arrepiantes’ de concordância e ortografia dos
meus artigos, deixando loucos aqueles leitores que
vasculham o texto inteiro à procura de erros para
criticarem. E por fim, como não agradecer a você,
leitor, que acompanha semanalmente essas simples
palavras, que escrevo de todo coração, pensando no seu
crescimento, incentivando-o a lutar por um mundo melhor
e construir sua felicidade.
Enfim, a vida passa e junto
com ela as pessoas e as coisas também. Nunca deixe de
dizer obrigado a alguém. Não deixa a pessoa ir para
debaixo da terra para querer fazê-lo. Aí seria tarde
demais.
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Luciano
Bianchini
Pedagogo, diagramador do jornal
observador, 31 anos, casado.
lupiraju@hotmail.com
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