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Maio, mês das grandes comemorações
Maio é um mês de grandes
alegrias e comemorações.
Para a Igreja Católica, todo
o mês é dedicado a Maria, mãe de Jesus.
Começamos no dia 1º com a
festa de São José Operário e junto com ele o Dia do
Trabalho, onde festejamos com um feriadão emendado com
final de semana.
Dia 3, a nação parou para
ver a final do Campeonato Paulista com Corinthians e
Santos, onde o ‘Timão’ sagrou-se campeão pela vigésima
sexta vez. Digo nação porque, além dos corintianos e
santistas, os outros torcedores, como palmeirenses e
são-paulinos assistiram o jogo para torcer contra e
falar mal do ‘Fenômeno’. Não teve jeito, o vitorioso
Corinthians foi campeão e pior, invicto, sem perder
nenhum jogo.
Dia 13 é festejado o dia de
Nossa Senhora de Fátima, onde a mãe de Jesus aparece aos
três pastorzinhos em Portugal.
Mas o foco mais sublinhado
do mês de maio é o que vamos comemorar amanhã: o Dia das
Mães.
O que se dizer desta pessoa
tão incrível?
Se vasculharmos na internet,
encontraremos diversas frases, mensagens e reflexões a
respeito desse ser encantador, mas nada melhor do que
observarmos ou até entendermos a história de nossa mãe.
Alguns nem conheceram a
própria mãe, outros talvez não consigam enxergar a sua
como ‘objeto de admiração’.
Existem mães de todos os
tipos, as quais você mesmo pode começar a enumerar. Mas
uma coisa é certa: não existe mãe perfeita. Se
compreendermos isso, resolvemos todos os problemas de
desentendimento e o ‘déficit’ de afeto materno que
muitos reclamam de ter.
Acredito que você vá
concordar comigo, só pelo fato dela nos ter carregado
por nove meses na barriga já é mais do que merecido uma
homenagem a ela.
Não quero ficar colocando
aqui atributos qualitativos sobre as mães para que você
se convença da sua real importância, aliás, não sou
muito de ‘melação’. Só gostaria que você, neste dia,
fizesse pelo menos uma oração a Deus agradecendo por
ter, ou ter tido ou ainda nem ter conhecido sua mãe.
Não deixe ‘rabiscar’ na
sociedade e na sua mente a figura materna. Parece
loucura, mas tem gente querendo banir esse grande
personagem responsável pela vida humana.
Deixo aqui registrado umas
poucas palavras, com muitos sentimentos de gratidão e
reconhecimento por esse ser, cujo amor é o que mais se
aproxima ao amor de Deus.
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Luciano
Bianchini
Pedagogo, diagramador do jornal
observador, 32 anos, casado.
lupiraju@hotmail.com
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